Visto que o projeto é financiado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura, nada mais natural de que os produtos feitos pelos adolescentes a partir da reciclagem de equipamentos eletrônicos apresentem um recorte da cultura maranhense.
Por isso a necessidade de realizar os passeios culturais nesses espaços. Em cada visita, os adolescentes puderam aprender de forma mais detalhada sobre a história e geografia do Estado, as danças folclóricas, lendas, literatura, e também ver de perto galerias onde alunos aprendem técnicas de pintura de quadros.
A instrutora da Oficina de Artesania Digital, Mayra Ribeiro, afirma que os adolescentes vivenciam a cultura, mas muitas vezes não compreendem de onde veio, sua história. “Essa foi uma oportunidade deles saberem que as práticas culturais não são cultura por cultura apenas, mas têm um motivo, que tem a ver com a própria história do nosso povo”, explica.
Iara Pinheiro, 14 anos, conta que essa experiência serviu como fonte de inspiração para produzir peças que falem sobre a cultura do Estado. Ela acrescenta que uma das coisas que mais chamou sua atenção foi a simplicidade das peças indígenas feitas com matérias-primas naturais como sementes e penas, uma marca registrada desses povos.
Iara Pinheiro, 14 anos, conta que essa experiência serviu como fonte de inspiração para produzir peças que falem sobre a cultura do Estado. Ela acrescenta que uma das coisas que mais chamou sua atenção foi a simplicidade das peças indígenas feitas com matérias-primas naturais como sementes e penas, uma marca registrada desses povos.
